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7 de out. de 2010

Paul McCartney em três apresentações no Brasil


Boa notícia para os Beatles maníacos, o veterano Paul McCartney virá ao Brasil com sua turnê “Up & Coming” para fazer três shows em novembro. No dia sete, ele cantará para o público gaúcho, em Porto Alegre, nos dias 21 e 22 ele estará no estádio de Morumbi, em São Paulo.

Desde a década de 70, o ex-Beatle de 68 anos de idade investe na carreira solo e se consagrou o maior autor de música pop mundialmente, registrado pelo Guiness Book. Ele passou em terras tupiniquins em 1990 e 1993 por Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo com performances bem elogiadas pela crítica.

McCartney estará no Brasil no mesmo período em que mais artistas internacionais também estarão. Para o mês de novembro passaram por palcos brasileiros o rapper Eminem, U2, Norah Jones e até os Cariocas empolgados querendo trazer Belle & Sebastian.


Bom Jovi se apresenta no Morumbi em show de 3 horas de duração


Bom Jovi tocou em São Paulo 29 músicas e conseguiu cumprir promessa de executá-las em três horas de show, em São Paulo, assim como fez em Buenos Aires. Como em terras argentinas, aqui não poderia ser diferente, mas a banda, para não criar constrangimentos diplomáticos repetiu o feito, ao invés de prolongar a atração no Brasil.

O grupo de New Jersey mostrou-se organizado a aplicado. Iniciaram as músicas às 21h15 e seguiram o roteiro determinado até o fim. Fãs de carteirinha, provavelmente, não se decepcionaram, o show começou com o primeiro hit Blood on blood e o vocalista Jon Bom Jovi não saiu de seu perfil: carismático, com os trejeitos que o consagraram, como o ‘beicinho’ típico e uma surpresa, foram usadas imagens de Pelé durante o show no Morumbi.

Esta turnê conta com um retrospecto da carreira da banda e o hit Sambora foi executado com quatro guitarras diferentes e, sem deixar de tocar músicas atuais como You give Love a bad name e Born to be my baby e Losy highway e Superman tonight.


22 de set. de 2010

Capital Inicial sobrevive à Linha do Tempo


Capital Inicial lançou mais um disco, o décimo segundo de sua carreira no dia 02 de junho de 2010, o Das Kapital, título inspirado no livro O Capital de Karl Marx. A banda, um dos ícones do rock nacional da década de 80 ainda está em atividade e tem conquistado fãs das novas gerações, adaptado seus shows e músicas às tendências atuais com seu gênero rock’n’roll, pop rock um tanto pós punk, sem mudar sua própria identidade. Este álbum é o primeiro inédito em três anos e com produção de David Corcos, conhecido como ‘o marroquino’ e da Sony Music.

Um mês antes do lançamento, ainda em maio, o single Depois da Meia Noite foi divulgado com um videoclipe com os integrantes da banda em um rádio de um automóvel, guiado por um bandido ao lado de uma garota, que são perseguidos por policiais. A música ficou entre as trinta mais executadas das rádios.

As críticas em torno do novo empreendimento do Capital têm sido favoráveis, com exceção do site Laboratório Pop que alegou que o disco possui receita para dar errado porque as letras são fracas, mas ressalta que este nunca foi o forte do grupo, com ressalvas das canções herdadas do espólio do Aborto Elétrico, como, Fátima, Música Urbana...

Em O Globo, o colunista Tom Leão enfatizou que no Brasil não se tem tamanha qualidade na gravação. Ele afirmou que tanto técnicos como produtores não estavam acostumados a trabalhar com este tipo de som, os destaques às guitarras e bateria foram bem pensados por Corcos. Para saber qual crítica é a melhor é bom conferir este novo trabalho. (Clique aqui e acesse ao site oficial da banda).

As 11 faixas somam 35 minutos de música e trazem uma novidade para os fãs internautas. O CD possui um cupom com código individual para acessar ao conteúdo do Cap-In em seu site oficial e há também, uma promoção para baixar ringtones das músicas do grupo. Assista ao clipe de Depois da Meia Noite, clique aqui.

Faixas do álbum:

  1. Ressurreição
  2. Depois da Meia Noite
  3. Como Se Sente
  4. Eu Quero Ser Como Você
  5. A Menina Que Não Tem Nada
  6. Não Sei Porque
  7. Melhor
  8. Vamos Comemorar
  9. Eu Sei Quem Eu Sou
  10. Marte em Capricórnio
  11. Vivendo e Aprendendo

21 de set. de 2010

Salada musical de 2010

O cenário da música tanto no Brasil como no mundo, encontra-se cada vez mais pop e comercial. Fatos que evidenciam esta tendência são os hits do momento, na última premiação da MTV, o VMB, em setembro, só o Restart recebeu cinco prêmios, a banda angariou todos os troféus a que foi indicada. No outro hemisfério, o cantor do momento é Justin Bieber, que já arrebatou milhares de fãs também nas terras tupiniquins.

A receita é construir músicas e estilos superficiais, muito pop e extremamente comerciais. Um visual moderninho, bem adolescente e colorido, que tem ganhado adeptos e seguidores fervorosos. Jovens com roupas alternativas, óculos grandes e cabelos espetados com cortes similares aos ídolos, apresentam um mesmo fenótipo, em todos os pontos da cidade.

Em 2010 houve muitas surpresas em lançamentos e em premiações de novos artistas e de antigos repaginados. Mas um que chamou atenção dos roqueiros de plantão foi Ozzy Osbourne. O famoso cantor que inventou o heavy metal na década de 60 para chamar atenção dos jovens que queriam se divertir com o lado sombrio da música, lançou o CD Scream, décimo álbum gravado em estúdio e de sua carreira solo. Ele apresenta Diggin Me Down“, “Let It Die“, “Soul Sucker“, “Fearless“, “I Want It All“, “Time“, “Crucify“, “I Love You All” e outras.

Scream tem produção assinada por Ozzy Osbourne e por Kevin Churko, produtor de seu último álbum Black Rain de 2007, diferente de sua biografia que o roqueiro não conseguiu redigir sozinho e pediu ajuda para narrá-la. O site Female First divulgou que devido ao grande consumo de entorpecentes, Ozzy não se lembra de muitas de suas peripécias e não conseguia escrever nem uma linha seuqer dele mesmo. A editora Little Brown fechou contrato em 2005 e o livro chegou às livrarias no início deste ano.

O cenário atual possui variações de gostos e estilos, mas o clássico demonstra força e que sempre terá o seu lugar de destaque, mesmo que com outra cara. No caso do Ozzy vale a pena ler a biografia (para quem gosta) porque é um copilado de situações inusitadas e divertidas. Além de mostrar a superação obtida por ele através do relacionamento com sua esposa Sharon, que o ajudou a curar-se da dependência química.